segunda-feira, 9 de agosto de 2010

A "arte" de bem vigarizar...


Num jogo em que uma Taça estava em disputa, houve um elemento que quis assumir protagonismo máximo. Já havia sido figura importante no desenrolar da "novela" do "túnel" e a sua mais recente prestação provou toda a sua desonestidade e crise de autoridade no interior do rectângulo de jogo.

Os vídeos falam por si. Sobretudo tratando-se de um militar, era exigível uma postura mais imparcial.


Vídeo 1: Futebol ou "vale tudo"?

Aviso: Este vídeo contém cenas de violência gratuita e explicita, não sendo desta feita aconselhável a sua visualização por parte de pessoas susceptíveis a serem mais impressionáveis.




Video 2: Um árbitro, mesmo tendo carreira militar, estará no direito de "esganar" um jogador?



Como diria um determinado dirigente de um clube do nosso futebol: "João Ferreira...pode vir".

domingo, 8 de agosto de 2010

Marco histórico...


Ainda no rescaldo da majestosa vitória no jogo de ontem, Jorge Nuno Pinto da Costa atingiu um marco absolutamente único no que à conquista de títulos (nacionais e internacionais) diz respeito.

Em 28 anos à frente do F.C Porto, Pinto da Costa "carimbou" ontem o 50º título na sua conta pessoal.

Este registo absolutamente notável já fez dele o presidente mais titulado no futebol internacional de sempre, superando, desta feita, Santiago Bernabéu (antigo líder do Real Madrid).

Estes são definitivamente registos que apenas estão ao alcances de grandes líderes ao serviço de grandes clubes.

Em contrapartida, um bem-haja a Moutinho, a André Villas-Boas e a outros tantos "reforços" que iniciaram o seu trilho de sucesso, ao conquistarem um título importante logo no primeiro jogo oficial da temporada.

perdeu e perdeu bem!

O Benfica perdeu este sábado à noite com o FC Porto por 0-2, falhando a conquista da Supertaça Cândido de Oliveira.

O treinador Jorge Jesus apresentou o sistema 4-1-3-2 no primeiro jogo oficial da temporada. Com o reforço Roberto na baliza, o técnico apostou em Airton e Fábio Coentrão para o meio-campo das “águias”. Com a subida de Coentrão no terreno, César Peixoto ficou com o lado esquerdo da defesa.

O encontro não começou da melhor forma para o Benfica, já que o adversário chegou ao golo logo aos três minutos. Após um pontapé de canto do lado esquerdo, Rolando conseguiu bater Roberto num cabeceamento. O tento não foi só festejado pelos jogadores portistas no relvado. Estes tiveram a companhia de alguns dos seus adeptos no terreno de jogo, o que demonstra as fragilidades da segurança em torno deste encontro. Lamentável!

A resposta do Benfica veio na cobrança de um livre de Carlos Martins, que viu o seu forte remate ser travado por uma boa defesa do guarda-redes Helton (20’).
Do lado contrário, Roberto não ficou atrás e fez uma excelente intervenção aos 23 minutos, travando um remate muito perigoso de Sapunaru. O futebol do rival na primeira parte acabou praticamente neste lance.


Os “encarnados” estabilizaram o seu jogo e começaram a colocar o adversário em sérias dificuldades. A oportunidade mais clara de golo aconteceu aos 33 minutos quando César Peixoto colocou em Saviola e este rematou às malhas laterais da baliza portista.

Numa segunda parte marcada por muitas faltas, o Benfica chegou com muito perigo à área de Helton aos 65 minutos. Carlos Martins surgiu do lado esquerdo e rematou para defesa do guarda-redes brasileiro. Na sequência do lance, Saviola não acertou no alvo.

Quando procurava o empate, o Benfica acabou por ser surpreendido num lance de contra-ataque. Falcao foi o autor do tento (67’).

Os “encarnados” não desistiram e, aos 84 minutos, Saviola esteve muito perto de reduzir o marcador. O argentino isolou-se, entrou na área e rematou para uma defesa muito boa de Helton.

Apesar deste resultado, as aspirações da equipa estão completamente intactas para a nova temporada. Lembrar que o grande objectivo do Benfica passa por conquistar o bicampeonato nacional.

O Benfica apresentou a seguinte equipa: Roberto; Ruben Amorim, Luisão (Sidnei, 69’), David Luiz e César Peixoto; Airton, Carlos Martins, Aimar (Jara, 59’) e Fábio Coentrão (Gaitán, 77’); Saviola e Cardozo.

in SLBenfica.pt

sábado, 7 de agosto de 2010

Toca a baixar a "crista"...


E vão onze contra uma....Supertaças!


O F.C Porto venceu, convenceu e trucidou uma "sombra" do SL Benfica. O resultado ficou-se pelo 2-0 mas se tivesse atingido contornos mais humilhantes pouco seria de admirar (tendo em conta o volume de jogo e número de oportunidades dos "Dragões").


A imprensa em geral vinha fazendo toda uma "propaganda barata" a meros jogos de pré-época da equipa Benfiquista, sobrevalorizando os resultados menos positivos do F.C Porto (sobretudo no Torneio de Paris).


Ora para qualquer Portista que se preze, pouco ou nada interessam os torneios de pré-temporada. Essas "taçitas" apenas servem para contentamento de equipas que pouco estão habituadas a ganhar.


Mal a época arrancou oficialmente, logo aos primeiros 15 minutos assistimos a um "espelho" daquilo que iria ser (e efectivamente foi) o resto do jogo. Um domínio intenso, um "carrossel" com a bola a "passear redondinha" entre os pés dos jogadores Portistas e toda uma "teia" montada por um meio-campo absolutamente sincronizado, com Moutinho e Belluschi a encabeçarem as transições ofensivas do F.C Porto.





- Bruno quê?





Nesta partida, do lado do F.C Porto, houve inúmeros destaques individuais pela positiva. Sapunaru (que mostrou ser uma alternativa perfeitamente segura a Fucile), Álvaro Pereira (mostrou ser "dono e senhor" do lado-esquerdo defensivo do F.C Porto), todo o meio-campo Portista (pela forma como manietou o SL Benfica), Varela (pelo regresso em "cheio", tendo sido talvez o melhor em campo) e Falcao (pelo regresso aos golos...em grande estilo). Mas para além destes justíssimos destaques, seria um lapso imperdoável esquecer aquela defesa e em particular Maicon.


Este "miudo" é um defesa portentoso. Não errou. Não "tremeu" e mostrou-se predisposto a "fazer esquecer" Bruno Alves.


Neste momento qualquer abordagem do F.C Porto ao mercado (na busca de mais um central), prende-se exclusivamente à garantia de uma alternativa viável a qualquer um destes dois elementos (Maicon e Rolando) que têm todas as condições para formar uma dupla de centrais fortíssima.





- A primeira vez de André Villas-Boas:





Enquanto treinador-adjunto, André Villas-Boas "encheu" o seu currículum ao serviço de clubes como o F.C Porto, Chelsea e Inter de Milão. Hoje, no seu primeiro dia "oficial" como treinador Portista, conquistou o seu primeiro título.


A exibição foi quase perfeita e razão tinha ele quando, ironicamente, abordou as "desconfianças" com que a imprensa e alguns adeptos adversários olhavam para as exibições de "pré-época" do F.C Porto.


Foi muito boa esta exibição, mas acima de tudo esta vitória tendo em conta o "azedume" com que José Mourinho abordou esta aposta "arriscada" (dizem eles) do F.C Porto. Possivelmente haverá receio da sua parte que alguém lhe faça "sombra" (tendo em conta o "mito" que, justificadamente, se criou em torno do sucesso de Mourinho) e, como se pode ver hoje, tamanha superioridade resultará por certo numa enorme "bagagem" de optimismo da equipa e dos adeptos Portistas.





- Casos? Não foram poucos...





Se o SL Benfica práticamente não "existiu" em campo (recordo que só teve duas oportunidades, ambas por Saviola, aos 65 minutos e 84 minutos), já a arbitragem fez-se notar e pelos piores motivos.


Sinceramente neste jogo para lá da agressão de Cardozo a Sapunaru (com uma cotovelada num canto), para lá da "calcadela" de David Luiz a Sapunaru (que resultaria numa expulsão perfeitamente justificável), para lá da entrada duríssima de Carlos Martins a Belluschi, houve ainda um momento em que fiquei com a sensação que César Peixoto quis definitivamente fracturar (de novo) o perónio a Varela. É incrível como esta imensidão de lances passíveis de cartão-vermelho passaram "ao de leve" e absolutamente impunes.


Mas vistas bem as coisas e tendo em conta que o árbitro em questão só é especialista em vislumbrar agressões em túneis, já se compreende esta sucessão de equívocos.





Ergue-se a primeira de muitas Taças! Assim o espero como Portista!





P.S: Gostei das declarações e da abordagem de Moutinho na "flash-interview" - "Escolhi o F.C Porto por isto mesmo, títulos."

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Bruno Alves no Zenit: Já vais tarde...


Bruno Alves já foi oficializado pela S.A.D Portista como reforço do Zenit, por 22 milhões. Económicamente e desportivamente falando é uma excelente transferência, na medida em que o jogador já não mostrava a mínima vontade e entusiasmo em continuar no clube que tudo lhe deu (e que não é pouco...). Para lá da S.A.D Portista, que faz um óptimo encaixe (com os já referidos 22 milhões de euros), quem deve estar satisfeitíssimo com a transferência é o seu paizinho, Washington Alves. Já não havia paciência para tanta chantagem psicológica e "birrinha" da parte do pai do jogador.

Bruno Alves ao transferir-se para o modesto Zenit (que, recorde-se, foi eliminado pelo Nacional da Madeira na época passado), mostra que jamais terá merecido envergar a braçadeira de "capitão" de equipa do F.C Porto, que lhe foi deixada por um autêntico "senhor" (dentro e fora dos relvados) de nome, Lucho González.

Desejo toda a felicidade ao jogador e à sua família e desde já aproveito para aconselhar o seu pai, Washington Alves, a investir o dinheiro que porventura terá ganho numa comissão na criação de uma fábrica de cobertores. É que muito provavelmente irá fazer frio para aqueles lados...

Mas como "quem corre por gosto não cansa", o que interessa é efectivamente ter os bolsos "quentes".

É desta feita que digo: "Xau Bruno Alves e leva saudades, porque é coisa que aqui não deixas".

Espero que a S.A.D Portista não reentre agora na senda das novelas "brasileiras" que já nos habituou (como o já resolvido "caso Walter" e o ainda pendente "caso Kléber"), adquirindo prontamente um central que cumpra os requisitos para colocar aquela defesa nos eixos.
Agora segue-se provavelmente o negócio com o "mercenário nº2" que ainda está no nosso clube. O seu nome é Raul Meireles e ainda que tenha sido mais comedido na forma como abordou a mais que provável saída, já perdeu todo o espaço que poderia eventualmente ter no plantel do F.C Porto (sobretudo após a entrada de João Moutinho). Neste pressuposto vou-me habilitar a fazer aqui um pouquinho de futurologia e antecipar o futuro clube de Meireles. Na minha óptica será o Marselha. E porquê?
A resposta é simples: ora, Lucho é sabido que está em negociações com o Inter de Milão, Ramires é sabido que está praticamente certo no Chelsea (de lembrar que o Brasileiro ocupa os mesmos espaços que o médio Luso e, desta feita, o Chelsea não necessitará à partida de outro jogador com características semelhantes), sobra assim o Marselha como potencial interessado (tendo sobretudo em conta a admiração que Deschamps tem pelo jogador, já manifestada há uns meses atrás). Todo este mercado tem funcionado que nem um autêntico "puzzle", mas neste preciso momento, se o F.C Porto adquirir um central para colmatar a saída de Bruno, começam a sobrar "peças". E tudo isto a 4 dias do primeiro jogo oficial da época...

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Plano A Plano B, resultado o mesmo...

O Sport Lisboa e Benfica conquistou, pela quarta vez, o Torneio do Guadiana. Depois de vencer o Feyenoord por 4-1, seguiram-se os ingleses do Aston Villa, que regressam a solo britânico com uma goleada por 4-1.

O treinador do Benfica, Jorge Jesus, fez algumas alterações no onze titular, em relação ao último jogo frente aos holandeses do Feyenoord. Para os lugares de Sidnei, Javi Garcia, César Peixoto e Kardec entraram Luisão, Airton, Jara e Cardozo.

Nos primeiros minutos da partida assistiu-se a um Benfica a pressionar, com os ingleses a sentirem algumas dificuldades em estabelecer o seu jogo. O primeiro sinal de perigo pertenceu a Pablo Aimar, com um remate de fora da área, a passar por cima da baliza defendida por Brad Friedel.

Aos 10 minutos surgiu o primeiro golo “encarnado”. O defesa David Luiz arriscou o remate de longe, depois de ter avançado pelo campo, como já é seu hábito, e fez um golo feliz, com a bola a sofrer um desvio involuntário de Richard Dunne.

Franco Jara esteve em grande plano nesta partida e aos 36 minutos desferiu um remate muito potente que obrigou Friedel a defender para a frente, onde estava Saviola que encostou para o segundo golo dos campeões nacionais.

O domínio continuou a ser bastante claro e o resultado não se ficou por 2-0. Já perto do intervalo, chegou o momento da noite. Óscar Cardozo ao seu estilo, aproveitou um livre a cerca de 25 metros da baliza, para fuzilar o guardião norte-americano, num lance de laboratório, que teve duas simulações de Aimar e Carlos Martins. Espectáculo no Algarve.

Ao intervalo, Jorge Jesus mexeu na equipa e tirou Airton, Luisão e Ruben Amorim e lançou Luís Filipe, Sidnei e Javi Garcia.

O Benfica não alterou a sua postura dominadora e ofensiva e logo no início do segundo tempo, após excelente jogada de Jara no flanco direito, Saviola voltou a fazer o gosto ao pé e aumentou a vantagem para os vencedores do Torneio do Guadiana.

Aos 53 minutos, Saviola quase fez o hat-trick, depois de cabecear ao poste, na sequência de um centro de Fábio Coentrão.

Quando faltavam 30 minutos para os benfiquistas levantarem o troféu do Guadiana pela quarta vez, Jorge Jesus procedeu a uma tripla substituição. Entraram Gaitán, Kardec e César Peixoto, para o lugar de Aimar, Cardozo e Saviola.

O Aston Villa conseguiu o golo de honra a vinte minutos do fim, através de uma jogada individual de John Carew, que trabalhou bem e fez o 4-1.

Jara voltou a estar em destaque aos 73 minutos, com um remate potente a cerca de 30 metros, que obrigou Brad Friedel a uma defesa complicada a dois tempos.

Até ao apito final, os “encarnados” controlaram o jogo. Esta partida foi completamente dominada pelo Benfica. Uma excelente exibição, que vale a conquista do Torneio do Guadiana.

in SLBenfica.pt

domingo, 1 de agosto de 2010

Alerta laranja...


Os jogos de pré-época pouco ou nada importam no que concerne ao resultado final, no entanto depois da partida de hoje diante do Bordéus, existe um conjunto de erros que devem ser identificados e corrigidos a curto prazo. O primeiro jogo a "valer" é já na próxima semana e o F.C Porto até lá não terá qualquer jogo de preparação.

Para começar e em jeito de balanço daquilo que foi esta pré-temporada, existe um conjunto de aspectos positivos a realçar. Este F.C Porto, como já foi dito, é mais "mandão", circula melhor a bola e muito mais pressionante. Por outro lado, preocupa-me enquanto adepto e sócio Portista, a solidez defensiva...quando Maicon não alinha.

Quando o jovem central Brasileiro actua ao lado de Rolando, a defesa do F.C Porto tem-se mostrado praticamente intransponível (independentemente dos laterais que os acompanhem). No entanto e como se viu hoje, com a sua saída e posterior entrada de Sereno, toda a estrutura defensiva do F.C Porto "abanou". Sereno nestes últimos jogos tem-me desiludido e creio que o F.C Porto estará "forçado" a reentrar no mercado para adquirir uma alternativa a central, para que a equipa não se desiquilibre do ponto-de-vista táctico quando Maicon ou Rolando sairem do "onze".

Sereno ainda hoje esteve manifestamente mal no lance do segundo golo dos Franceses, ao tentar fintar numa situação onde se lhe pedia um passe longo ou porventura um atraso ao guarda-redes. Não o fez, deu origem a uma falta e o jogo ficou "sentenciado" (sensivelmente a 8 minutos do fim).

Por outro lado e esqueçendo um pouco o resultado deste jogo (sim, porque o golo do empate do Bordéus é resultado de um empurrão a Sapunaru claríssimo), penso que houve progressão da equipa do ponto-de-vista exibicional, quando comparada com a exibição de ontem diante do PSG.

Individualmente falando, creio que Walter esteve bastante bem. Com apenas dois treinos e 75 minutos de competição, a "Bigorna" já fez o gosto ao pé e esteve muito perto de bisar.

A par do mais recente reforço Portista, eu destacaria Souza. Bem, que grande jogador. O Fernando (que tem sido magistral em toda esta pré-época), nesta época terá um concorrente de "peso".

Souza é um trinco, mas com "pulmão" suficiente para se soltar em acções mais atacantes. Hoje foi um dos melhores em campo e, como é óbvio, não foi por ele que a equipa saiu derrotada.

Por fim, outras três boas exibições foram as de Belluschi, Ukra e Castro.

Castro é um jogador que, julgo eu, hoje conquistou a sua manutenção no plantel. É dono de uma disponibilidade física enorme, é um verdadeiro "carregador de piano" e extremamente capaz de distribuir jogo apartir da posição nº8 do terreno de jogo.

Quanto a Ukra (que havia sido companheiro de Castro na época passada, no Olhanense), destaque para a sua excelente técnica e mobilidade. Foi um jogador tremendamente "massacrado" por faltas durante todo o jogo, mas nunca virou a cara à luta. Creio que ganhou "pontos" no que diz respeito à luta pela manutenção de um lugar no plantel definitivo para 2010/11.

Por fim e quanto a Belluschi, como já venho dizendo há algum tempo, creio que é o parceiro ideal para Moutinho no meio-campo. Tem uma técnica sublime, é o centro-campista com maior capacidade de improviso na equipa e tem sempre os olhos na baliza. Hoje provou que está em condições para saltar para a titularidade, sobretudo apartir do momento em que Ruben Micael denota algum abaixamento de forma.

Em suma, há muito trabalho por fazer, mas mais do que qualquer jogador, mais do que o treinador, creio que a culpa para alguma instabilidade da equipa deve-se em exclusivo à actuação da S.A.D.

Os "dossiers" de B.Alves, Meireles e Fucile tardam em ser resolvidos (e as suas saídas podem implicar novas caras no plantel, sabendo-se de antemão que os jogadores a chegar não enfrentarão qualquer pré-época) e creio que a transferência de Walter (bem como a "novela" em torno de Kléber - hipotético reforço de ataque) arrastou-se/está-se a arrastar em demasia, sobretudo sabendo-se que o primeiro jogo a "valer" é já no próximo dia 7 de Agosto.

A matéria prima está lá, as ideias também, mas a indefinição em torno da constituição definitiva do plantel e o não estabelecimento de um "deadline" para a concretização de negócios pendentes (saídas e entradas), tem prejudicado a preparação da equipa. Assim torna-se complicado criar "espírito de grupo".