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domingo, 9 de janeiro de 2011

Freddy "bomba" e companhia estão de volta!


O F.C Porto está de volta às grandes exibições e aos grandes golos. Numa noite onte Freddy Guarín (autor de dois tentos) foi a estrela maior, o F.C Porto goleou o Marítimo por 4-1.

O jogo até começou algo complicado para o F.C Porto. O golo tardava em surgir, mas Freddy Guarín, a 37 metros da baliza de Marcelo, disferiu um potente remate que resultou no melhor golo da partida. Estava feito o 1-0 e o F.C Porto começava a respirar com mais tranquilidade.

Na segunda-parte, mais do mesmo. O F.C Porto manteve uma toada dominadora e chegou ao 2-0 por intermédio do "incrível" Hulk. Mais uma "bomba" indefensável para o guardião da equipa Madeirense.

Volvidos alguns minutos, o Marítimo que até então não atacara, conseguiu reduzir o marcador para um 2-1 que momentaneamente fez "pairar" o "fantasma" do jogo com o Nacional da Madeira.

O F.C Porto no entanto não se deixou intimidar, pelo que com Freddy Guarín "endiabrado" fez o 3-1, para que poucos minutos mais tarde, James Rodriguez fixasse o resultado final com um golo mais do que merecido.

Relativamente aos destaques individuais, os jogadores mais em foco foram sem dúvida Freddy Guarín e James Rodriguez. O miudo Colombiano marcou um golo, mas mostrou que tem atributos de um verdadeiro craque. Tem um pé esquerdo absolutamente fantástico e no meu ponto-de-vista já mostrou o suficiente para relegar Cristian Rodriguez para terceira opção na ala esquerda do ataque portista.

Para lá destes dois jogadores, destaque para as excelentes performances quer de Moutinho, quer de Belluschi (aliás, está provado que o meio-campo do F.C Porto funciona com mais naturalidade quando ambos jogam juntos) e para o regresso de Otamendi (em detrimento de Sereno) que, neste momento, é sem sombra de dúvidas o "patrão" da defesa do F.C Porto.
Uma nota final para o (bom) regresso de Mariano à competição. 301 dias depois, Mariano González entrou e tudo o que fez, fez bem. De agora em diante André Villas-Boas ganha mais uma opção para a frente de ataque portista.

sábado, 3 de abril de 2010

Efeito Hulk...


Os dois jogos que antecederam a partida de hoje diante do Marítimo foram, da parte do F.C Porto, aquilo a que vulgarmente chamamos de "um passeio". Ora hoje (no regresso de Hulk "a sua casa"), o encontro não fugiu à regra e nada como começar um "passeio", desta feita de "bicicleta". Assim foi. Falcao marcou o primeiro golo Portista e porconseguinte assinou o "momento do jogo", com um magnífico golo de "pontapé-bicicleta". Só um ponta-de-lança de fino recorte e pleno de recursos é capaz de efectuar um gesto técnico de tamanha dificuldade. Falcao confirmou assim os "dotes" de "matador" e marcou aquele que seria o seu primeiro golo neste jogo. O seu segundo golo apareceu na segunda parte (num bom gesto de cabeça), isolando-o desta feita na lista dos melhores marcadores do campeonato (e de notar que, ao contrário de Cardozo, Falcao apenas contabiliza um golo de grande penalidade...).

Apesar de ter começado por destacar a prestação de Falcao no que a esta partida diz respeito, há muito mais objectos de análise neste duelo que opôs o Maritimo ao F.C Porto.

O Marítimo foi mesmo a equipa a entrar em vantagem no Estádio do Dragão. Takahito (aos 15 segundos de jogo) marcou o primeiro golo dos Insulares e, por sinal, o primeiro golo da história do Marítimo em pleno Estádio do Dragão.

Realmente e como Jesualdo disse e bem, só faltava mesmo acontecer isto ao F.C Porto. Para além dos castigos, lesões e de algum "jogo de bastidores", o F.C Porto deu de caras com um adversário que lhe marcou o golo mais rápido do campeonato.

O F.C Porto começou então o jogo práticamente a perder e eis que se fez notar o "efeito Hulk". Mais uma vez (e se dúvidas haviam), é por demais evidente que com Hulk "a música era outra". O F.C Porto colocou mais "garra" em campo, Hulk atraiu inúmeras marcações, fez arrancadas como só ele sabe e, por consequência, os quatro golos foram apenas uma quota parte do que poderia ter sucedido ao Marítimo (que, embora não o merecesse, até poderia ter saído vergado a uma goleada "das antigas").

Hulk, no seu segundo jogo após ter sido reduzido o castigo, assina nova grande exibição, assina novo golo e oferece outro tento a Radamel Falcao. Aliás, assim que o F.C Porto tomou conhecimento do CJ da Federação, o F.C Porto fez três jogos, marcou dez golos e sofreu apenas dois. No primeiro jogo após ter sido anunciada a redução da pena (diante do Rio Ave, em Vila do Conde), Hulk não pôde jogar mas fez questão de seguir viagem com a comitiva Portista e como que deu uma boa "injecção de moral" a um grupo prestes a cair no "abismo".

E porque ainda se está a falar de Hulk, nota máxima para a sua arrancada que só terminou em golo e, minutos antes, foi o "Incrível" que protagonizou uma jogada individual fantástica devidamente negada por Peçanha (estava corrido o minuto 54). Seria um golo muito parecido com o que havia marcado no Restelo, tendo curiosamente disferido um remate com a mesma velocidade e potência (117 km/h).

Pelo meio nota ainda para um bom golo de R.Meireles que, minutos após o seu tento viu-se forçado a abandonar o jogo por lesão (mais uma...ou melhor, mais duas já que Freddy Guarín também abandonou o rectângulo de jogo lesionado).

Neste jogo, para lá dos mais que justos destaques quer a Falcao, quer a Hulk, acho que é essencial destacar o trabalho dos dois laterais. Miguel Lopes e Álvaro fizeram ambos um jogo fabuloso. O F.C Porto, pela ausência de extremos, viu-se forçado a optar pelo 4-4-2 (finalmente!) e neste modelo de jogo pede-se que haja uma complementaridade enorme entre os laterais e os médios interiores, na medida em que cabe ao lateral fazer todo o seu corredor. Álvaro e Miguel Lopes fizeram-no com todo o brilhantismo e, em relação a Miguel Lopes, creio que o "professor" Carlos Queiroz tem ali uma boa alternativa ao lado direito da defesa (na medida em que Bosingwa vai falhar o Mundial 2010, por lesão).

Quase em tempo de "balanço" de uma época, é óbvio que houve mérito dos adversários que estão à nossa frente, é óbvio que existiu alguma incompetência e teimosia do nosso treinador (dada a resistência que vinha mostrando face ao 4-4-2), mas também é evidente que houve todo um "jogo de bastidores" que visou apenas "mancar" o F.C Porto. Se é verdade que Sapunaru pouca falta faz ao F.C Porto (e hoje em dia provavelmente nem no banco de suplentes teria lugar), não é menos verdade que Hulk é uma peça absolutamente vital ao F.C Porto (da mesma forma que Rooney o é em Manchester, Messi em Barcelona, Ronaldo em Madrid,...).

Uma última palavra para a atitude do Marítimo e a competência do seu treinador. Muito se fala em Domingos, Jorge Costa, Villas-Boas e até Paulo Bento para futuro treinador do F.C Porto. Sinceramente, na minha opinião no mercado nacional há dois excelentes treinadores e que ninguém fala deles. Van der Gaag e Paulo Sérgio são dois treinadores cujas equipas jogam com uma mentalidade aberta, sem anti-jogo, sem "autocarros" e os resultados estão à vista.

Hoje o Marítimo foi uma equipa personalizada, que jogou "olhos nos olhos" com o F.C Porto e apenas a maior "riqueza" individual do plantel do F.C Porto fez a diferença.

Além do mais, Van der Gaag (que tem tido bons resultados) não se precisa de "colocar em bicos de pés", não precisa de deixar crescer a barba, não precisa de vestir fatos Armani para fazer vincar uma imagem de treinador autoritário e competente (veja-se o oposto em Villas-Boas).

Penso que é um destaque justo e, como tal, o Marítimo sai do Dragão goleado mas com dignidade pela forma como se bateu.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Comentário Maritimo 0 vs 5 SL Benfica

Infelizmente para os amantes do futebol o jogo desta noite durou apenas 45minutos, nos primeiros minutos foi claro o jogo táctico de ambas as partes e por ai se explica as raras ocasiões de golo, o marítimo entrou de igual para igual a tentar sair da má serie de derrotas que vinha até então acumulando, no lado oposto o Benfica entrou muito desconcentrado a perder bolas infantis no seu meio campo no entanto não surgindo dai nenhum lance de perigo.

No entanto a primeira vez que o Benfica vai a baliza marca o primeiro por intermédio de Saviola "mais uma vez" mas pareceu-me que foi com a mão...* num bom lance de ataque de Di Maria.

Com a chegada do primeiro golo pensei eu que poderia vir ai um jogo mais aberto no entanto no lance seguinte Oberdan é expulso por supostas palavras ao arbitro, o maritimo fica a jogar com 10 e no lance a seguir Maxi Pereira marca o segundo elevando para 2-0 o resultado mais uma vez penso que foi com a mão....*

Antes do intervalo novo golo do Benfica e nova expulsão o lance começa com um roubo de bola de Di Maria que tinha saído para ser assistido, é um lance caricato mas pelas imagens é nítido que o arbitro manda o referido jogador entrar quanto a bola se encontrava literalmente no lado oposto logo cumprindo os requisitos, a partir dai foi golo desta vez de penalti e nova expulsão de referir que o golo apesar de ser de penalti pareceu-me com a mão*.

Segunda parte péssima com o marítimo a jogar apenas com 9, e logo ao inicio mais um golo desta vez um auto-golo e pareceu-me que foi com a mão ou seja um auto-golo com a mão*.

Até ao final o jogo arrastou-se tendo existido mais um golo desta vez de Luisão num livre superiormente marcado por Di Maria, mais uma vez penso que o golo foi com a mão*.

* Desculpem enganei-me os golos do Benfica não foram com a mão infelizmente não temos Falcões na Luz (desculpem não leva til é Falcoes), quanto a arbitragem não fosse a rabula da expulsão do jogador errado pouco ou nada se tinha apontar a não ser um possível penalti de Maxi Pereira na primeira parte e sobre Aimar na segunda, quando o resultado já era dilatado, quanto a primeira expulsão não se sabe o que foi dito pelo jogador do Marítimo por isso não se pode julgar.
Temos pena mas expulsões (outra) inexistentes e golos com a mão só noutro estádio.

Para este jogo encomenda-se um apito verde rubro

De manhã um treino com a presença de mais de três mil pessoas e à noite uma vitória expressiva sobre o Marítimo. O triunfo na 16.ª jornada da Liga permitiu ao Benfica continuar colado ao Sp. Braga e aumentar a diferença para um dos mais directos adversários na luta pelo título. A onda vermelha ganha cada vez mais força.

O Benfica entrou nos Barreiros com o onze base desta temporada e com uma estratégia muito semelhante à do último jogo do campeonato com o Rio Ave. Ou seja, a equipa “encarnada” apostou numa primeira fase em controlar o ímpeto do adversário, sendo que isso foi conseguido na plenitude, ainda que um desvio infeliz de David Luiz no primeiro minuto tenha assustado o guarda-redes Quim.

Os pupilos de Jorge Jesus começaram a desequilibrar a partida aos 29 minutos. O médio Pablo Aimar tentou alvejar a baliza de Peçanha, mas este defendeu numa primeira instância para a frente, onde surgiu Cardozo. O paraguaio tentou a sua sorte por duas vezes, ambas negadas pelo guarda-redes da casa, sendo que depois a bola sobrou novamente para si. Ao ver Saviola desmarcado no lado contrário, Cardozo colocou a bola no argentino e este aproveitou para facturar de cabeça.

Em vantagem no marcador, o Benfica soltou-se ainda mais e arrancou uma falta no lado esquerdo do ataque. Olberdam dirigiu palavras ao árbitro João Ferreira e este ordenou a sua expulsão (31’).

Com mais uma unidade, os “encarnados” aproveitaram o espaço dado pelo adversário. Numa grande iniciativa individual, Di María trabalhou dentro da área e cruzou para Maxi Pereira ampliar para 0-2 (34 minutos).

Baba ainda tentou responder pelo Marítimo, mas o guarda-redes Quim efectuou uma grande defesa (39). O árbitro deu depois três minutos de descontos. Quando faltavam poucos segundos para terminar esse tempo, Cardozo recepcionou a bola na área e rematou em direcção da baliza, mas Robson cortou a bola com o braço. João Ferreira assinalou grande penalidade e expulsou o jogador do Marítimo. Chamado a converter o castigo máximo, Cardozo não perdoou e fez, assim, o 0-3.

Mais golos

O segundo tempo começou com mais um golo do Benfica. Maxi Pereira cruzou dentro da área maritimista e Roberto Sousa desviou para sua própria baliza (51’).

Com o controlo total da posse de bola, o Benfica foi construindo calmamente situações para ampliar o marcador. Aos 67 minutos, o recém-entrado Carlos Martins rematou forte de fora da área, mas Peçanha voltou a fazer uma grande defesa, no entanto, não segurou a bola, o que permitiu um remate de Éder Luís. O reforço do Benfica viu o guarda-redes fazer novamente uma boa intervenção.

Após um livre de Di María do lado direito do ataque, o central Luisão cabeceou para o fundo das redes contrárias (69’). Estava feito o resultado final.

Com este resultado na 16.ª jornada da Liga portuguesa, o Benfica continua no topo da classificação, mas agora com uma vantagem de seis pontos para o FC Porto, um dos mais directos adversários na luta pelo título. Os “encarnados” somam 39 pontos, os mesmos que o Sp. Braga.

O Benfica apresentou o seguinte onze: Quim; Maxi Pereira, Luisão, David Luiz e César Peixoto; Javi Garcia, Ramires (Éder Luís, 57’), Aimar (Carlos Martins, 57’) e Di María; Saviola (Nuno Gomes, 71’) e Cardozo.

domingo, 8 de novembro de 2009

Jesualdo Ferreira ajuda o "seu" Benfica


Há quatro anos Jesualdo iniciava o seu ciclo enquanto treinador do F.C Porto. Os adeptos olhavam-no com desconfiança e ano após ano o seu trabalho é todo ele feito debaixo de opiniões divididas e contestação.

Hoje, mais uma vez, deu razão a todos os adeptos que o querem fora do Dragão e, a meu ver, atesta a incompetência global dos treinadores Portugueses. Talvez este jogo sirva de exemplo para justificar a quantidade de "chicotadas" que se verificou neste campeonato. Nunca o campeonato tinha registado tantas "chicotadas psicológicas" e tudo isso aconteceu este ano, precisamente quando alguns "comentaristas" assinalavam com satisfação o facto da Liga estar toda ela repleta de treinadores Portugueses.

Adiante. O F.C Porto no jogo de hoje perdeu e muito bem. Aliás, quanto a mim o resultado peca por escasso a favor do Marítimo.

Já de alguns jogos para cá o F.C Porto vem denotando um futebol aos "repelões" e com um espaço excessivo entre meio-campo e ataque. Desta vez não houve um "golpe de génio" de Falcao para salvar Jesualdo e, como já tive oportunidade de referir, o resultado é mais que justo.

Não sou de arranjar desculpas para as derrotas ou más exibições Portistas, mas se é verdade que no jogo diante do Belenenses houve uma atitude completamente anti-desportiva da equipa visitante, hoje assistimos a uma atitude do Maritimo que marcou a diferença. Apesar de todas as suas limitações, o Marítimo (agora orientado por Michel Van der Gaag) jogou de forma desinibida, extremamente rápida e com objectividade.

Este sistema que Jesualdo vem adoptando, tem valido alguns dissabores e pelo meio umas vitórias tangenciais. Na verdade, com um "fosso" entre meio-campo e ataque, os três avançados e em particular Falcao, são obrigados a correrias desenfriadas e a um esforço excessivo. Não havia necessidade de se chegar a este extremo. Se por ventura estivessemos a falar do Sporting, onde a falta de meios justifica os maus resultados, haveria da minha parte maior conformação. No entanto, como eu sei que o F.C Porto pode e deve fazer muito melhor que isto (já o fez, inclusive e em jogos bem mais complicados), a minha indignação e a da maior parte dos Portistas recai na insistente vontade de "inovar" de Jesualdo Ferreira. Já em anos anteriores foi assim, sempre com grandes jogadores sob o seu comando.

Pela forma como o campeonato vem decorrendo, nenhuma equipa se pode dar ao "luxo" de desperdiçar pontos, sobretudo em situações cujo "deslize" era perfeitamente evitável.

Fico sem saber o que efectivamente se passa entre Jesualdo e Belluschi. Está mais que visto que nesta temporada tem havido uma "era" antes e pós-Belluschi, daí que considere a sua não utilização completamente escusada. Estaremos na presença de um caso semelhante ao que incompatibilizou Paulo Bento com Stojkovic? Estará Belluschi ainda em processo de recuperação? Mas se estava porque foi convocado?

Tudo dúvidas que subssistem na cabeça dos Portistas, que neste momento vêm o chão a fugir e anseiam por uma verdadeira reviravolta na forma como a equipa se vem exibindo. Está dificil, mas ainda faltam vinte jornadas....
P.S: Numa altura em que existem dúvidas quanto ao sucessor de Paulo Bento no comando técnico do Sporting CP, cá vai a minha sugestão: Jesualdo Ferreira. Sr.Bettencourt está à vontade para o levar...

domingo, 3 de maio de 2009

"Bailinho da Madeira"


Primeiro Lucho, depois Hulk e agora Raul Meireles. É este o historial de lesões que tem atacado o F.C Porto e, por sinal, hoje foi a vez do "subcomandante" Raul Meireles ver a sua participação em jogo interrompida por uma infelicidade que, sinceramente, faço votos que não seja grave. Mesmo assim o F.C Porto deu uma resposta "à campeão" com três golos sem resposta que, em função dos restantes resultados desta jornada, colocam o F.C Porto na "pole position" para garantir já no próximo fim-de-semana o tão desejado título nacional.

Neste jogo poder-se-á dizer que a primeira parte não foi muito espectacular, mas independentemente deste facto, o F.C Porto teve oportunidades suficientes para levar uma vantagem de 2-0 ou mais para o intervalo.

Na segunda parte, o Marítimo entrou algo ameaçador mas desde logo o F.C Porto alargou a vantagem com uma "bomba" de Cristian Rodriguez, desviada por um toque súbtil de Rolando.

O jogo era então controlado pelo F.C Porto "a seu belo prazer" e eis que numa jogada de contra-ataque sublime, Tomás Costa marca o golo da tranquilidade, carimbando assim mais uma vitória folgada.

Neste jogo, os destaques individuais a meu ver recaem sobre Tomás Costa, Mariano e Rodriguez que fizeram um jogo muitissimo bom e foram absolutamente decisivos no natural desenrolar desta partida.

Por muito que se fale de arbitragens, por muito que se fale de "Apitos" e afins, os resultados desta jornada vieram provar "apenas e só" porque razão o F.C Porto é o primeiro classificado. É a equipa que joga mais, que tem os melhores jogadores e que, consequentemente, tem mais golos marcados. Contra factos não há argumentos.

O Tetra está a "nascer"...

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Um penalty à La Lisandro

O Benfica cumpriu o objectivo e venceu o Marítimo, por 3-2, mantendo as distâncias em relação a Sporting (quatro pontos) e FC Porto (oito). David Luiz e Cardozo (este por duas vezes) fizeram os golos dos «encarnados» ainda na primeira parte, mas o Marítimo ainda assustou.




Repetindo o «onze» pelo terceiro jogo consecutivo, o Benfica foi feliz na forma como chegou à vantagem, num cruzamento de David Luiz que acabou por enganar o guarda-redes contrário. E passados 10 minutos após esse tento inaugural já Cardozo tinha «bisado» (aumentou o pecúlio no campeonato para 13 golos, colocando-se a par de Liedson na perseguição ao líder Nenê). Chegou a pensar-se numa goleada idêntica ao jogo da primeira volta (6-0), mas... o Marítimo, desta feita, reagiu.

Marcinho reduziu perto do intervalo e, após o reatamento, uma grande penalidade «assombrada» (Maxi terá carregado Marcinho dentro da área) como que devolveu a equipa insular ao jogo. Faltava jogar ainda cerca de meia hora e temeu-se o pior na Luz. Intensificou-se a pressão do público, mas os «encarnados» souberam, desta vez, segurar os nervos e o resultado já não sofreria alterações.

Ficha do jogo:

Estádio do Sport Lisboa e Benfica, em Lisboa

Árbitro: Rui Costa (AF Porto)

Benfica – Quim; Maxi Pereira, Sidnei, Miguel Vítor e David Luiz; Reyes (Yebda, 85 m), Carlos Martins (Katsouranis, 61 m), Ruben Amorim e Pablo Aimar (Di Maria, 46 m); Nuno Gomes e Óscar Cardozo.

Suplentes: Moreira, Jorge Ribeiro, Yebda, Katsouranis, Balboa, Di Maria e Mantorras.

Marítimo – Marcos; Briguel (João Luiz, 74 m), Van der Linden, João Guilherme e Luis Olim (Taka, 83 m); Paulo Jorge, Bruno e Olberdam; Manu (Djalma, 46 m), Babá e Marcinho.

Suplentes: Marcelo, Taka, Fernando Cardozo, João Luiz, Vítor Júnior, Aquino e Djalma.

Disciplina: cartão amarelo a Miguel Vítor (42 m), Ruben Amorim (66 m), Di Maria (76 m), Marcinho (90+1 m), Quim (90+3 m).

Marcador: 1-0 por David Luiz (28 m); 2-0 por Óscar Cardozo (34 m); 3-0 por Óscar Cardozo (37 m); 3-1 por Marcinho (44 m); 3-2 por Bruno (60 m, gp).

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Bom futebol já não chega...



«Chicotada» na Madeira. Lori Sandri já não é treinador do Marítimo, decisão anunciada, ao final da tarde, após uma reunião entre o treinador e o presidente do clube verde-rubro, Carlos Pereira.


Fiquei surpreendido, o Marítimo até tem feito uma boa campanha estando apenas 6 pontos do 4º classificado, tem apresentado um bom futebol com alguns resultados interessantes, ficarei expectante com o próximo treinador, para saber se a chicotada foi feita pelo presidente do Marítimo ou por algum agente de futebol.


Fonte: A bola