quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Comentário SL Benfica 4 vs 0 Académica


Venho tarde é certo mas mais vale tarde do que nunca.

No passado domingo o Benfica recebeu e venceu por claros 4 golos a sempre complicada equipa de André Vilas Boas, confesso que esperava um jogo difícil, dentro da linha da naval e do Guimarães esperava uma Académica a imagem do que tinha feito no Dragão, defensiva e a fechar os espaços entre linhas.

No entanto foi fácil e a resposta para essas facilidades partiu logo aos 6 minutos do pé de Óscar Cardozo, ao sofrer um golo madrugador a Académica teve que se mexer, fazendo subir a sua linha defensiva e a verdade é que após o golo e durante um bom par de minutos os homens de Coimbra dominaram no jogo, até que Javier Saviola com uma obra prima elevou a contagem para 2-0 isto ainda antes do intervalo e arrumou com a questão de quem iria pender a vitória neste jogo, ficaria-se sim era a espera de saber quantos mais iria o Benfica marcar.

Marcou mais dois e só dois porque a partir dos 70m de jogo o relvado da Luz não aguentou mais tal chuvada e começou a criar um autentico lago, penso que isto foi a principal razão para a Académica não ir para casa com uma boa cesta.

Jogadores:

Na ausência de Javi Garcia jogou Ruben Amorim e verdade seja dita apesar de os primeiros minutos terem sido dificeis Amorim engrenou no jogo e nunca mais tivemos saudades de Garcia mostrando assim que temos mais um homem para o lugar pena é foi a lesão já nos minutos finais da partida.
Cardozo mais 3 golos desta vez sem penaltis o que deve estar a fazer roer muita boa gente, porque tinham sempre a desculpa dos penaltis, mas desta vez eles não existiram existe sim um enorme ponta de lança que se nenhum azar bater a porta será claramente uma das figuras desta temporada 14golos em 12 jornadas é difícil muito difícil meus senhores. Mas como atrás de um grande ponta de lança existe sempre outro, este mais baixinho Saviola encheu o campo tabelou assistiu marcou e que grande golo aquele realmente desenganem-se os críticos de verão porque este Conejo não veio para a sua reforma dourada veio sim para jogar.

Arbitragem:

Teve dois erros um penalti sobre Ramires logo na primeira jogada do encontro e outro cometido por David Luiz quando o resultado era 3-0 por isso como não teve grande influencia no resultado não se deve dar muita relevância.

Conclusão:

Regresso as vitórias gordas do Benfica num bom jogo e num terreno difícil talvez se fosse o senhor Bruno Paixão o jogo tinha sido adiado mas não foi e muito bem pois permitiu ao Benfica recuperar 2 pontos ao Braga.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Uno...dos...tres...HALA MADRID!!



Noite de gala do F.C Porto! Uma grande exibição apenas à altura das grandes equipas.

Independentemente do momento menos bom do Atl.Madrid (que apesar de tudo vinha de uma vitória frente ao Espanyol por 4-0 e de uma vitória fora ao Xeréz por 0-2), um resultado de 0-3 em pleno Vicente Calderón é sempre um registo assinalável.
O resultado em si não se traduz em consequências práticas, já que o F.C Porto apurou-se com relativa naturalidade e não precisava do resultado e, por seu turno, apenas uma "catástrofe" (que até esteve em vias de acontecer) impediria que o Atl.Madrid prosseguisse o seu percurso Europeu para a Liga Europa.
Certo é que os jogadores do F.C Porto (todos eles) mostraram porque razão figuram entre os eleitos deste distinto clube e convenhamos que os 800 mil euros de prémio foram um bom aliciante para que da sua parte houvesse mais suor, mais garra e maior produtividade.
Logo ao primeiro minuto Bruno Alves num "vôo" absolutamente magistral colocou o F.C Porto em vantagem no marcador. É mais uma vez posta à prova a excelência deste defesa-central que vale pelos golos que evita mas também pelos golos que marca. A sua elevação para concluir um canto bem cobrado por Raul Meireles tem tanto de incomum como de "surreal". Fantástico golo do "capitão" dos Dragões.
Poucos minutos volvidos, eis que o F.C Porto volta a rondar a baliza de Sergio Asenjo e, desta feita pelo estreante Diego Valeri (bom jogo do Argentino). O nº8 Portista recebe um bom passe de Rodriguez, ultrapassa a defesa e perante o "guardião" Madrileno atira para uma defesa plena de bons reflexos.
O segundo golo não viria a tardar e eis que perto do primeiro quarto de hora Radamel Falcao (pois claro!) marca um golo num lance pleno de oportunismo, após um remate colocadíssimo de Fucile.
O jogo apartir do 0-2 foi jogado com maior frieza, sendo certo que sempre que podia, o F.C Porto aparecia em situações de finalização de entre as quais se destaca (ainda na primeira metade do jogo) uma cabeçada de Falcao que passou perto do poste. O avançado Colombiano, que na última jornada quebrou o "jejum de golos", teve o 0-3 na sua cabeça mas não foi suficientemente eficaz para o materializar.
Pelo meio, o Atl.Madrid ainda teve alguns remates de relativo perigo mas nem Kun Aguero nem Forlan foram capazes de bater o guardião Helton. Forlan foi mesmo a unidade em maior destaque no Atl.Madrid, pese embora tenha sido impotente perante uma organização defensiva Portista "de se lhe tirar o chapéu".
Na segunda-parte poder-se-á dizer que foi mais do mesmo. Tivemos um Atl.Madrid a jogar muito com o coração e pouco com a cabeça e, por seu turno, um F.C Porto muito mais cerebral a ser o protagonista das oportunidades mais flagrantes de golo. Falcao voltou a "cheirar o golo" num remate cruzado após brilhante assistência de Hulk tendo sido esse, porventura, a sua última grande intervenção no jogo (já que viria mais tarde a dar lugar ao "enérgico" Varela).
Na segunda parte de registar a saída inesperada de Maicon após uma lesão que aparentou alguma gravidade. Foi na realidade o momento mais infeliz do jogo, sobretudo sabendo-se que o jovem central Brasileiro vinha realizando uma exibição bastante segura e que eventualmente estaria a ganhar forma a sua possível permanência no "onze" Portista das próximas partidas.
Para o seu lugar entrou Sapunaru (que cumpriu bem o lugar).
Outra alteração que se verificou foi a saída de Valeri para a entrada de Guarín (que viria a ser decisivo). Fredy Guarín vem realizando uma excelente temporada, está mais solto de movimentos, mais forte e cada vez mais confiante. Prova disso foi a sua boa abertura para o golão de Hulk, a que se seguiu outra assistência notável que iria dando o 0-4 (desta feita seria da autoria de "Cebola" Rodriguez).
Hulk com o golo que marcou (e com este tento mostrou mais uma vez a toda a Europa o porquê de o chamarem "incrível") tranquilizou ainda mais a equipa Portista, ao mesmo tempo que "cavou" um ainda maior "fosso" para o Atl.Madrid do nosso conhecido Quique Flores.
Em suma, foi uma vitória que acima de tudo fortaleceu uma confiança que se vinha notando nas duas últimas vitórias (Rio Ave e Vit.Guimarães) e, a meu ver, o F.C Porto deu hoje o "mote" para arrancar para uma época ao mais altíssimo nível. Acabaram-se as "baldas" para os lados do Dragão e ganhar em Madrid (seja lá em que condições), num jogo da Champions e por expressivos 0-3, não é para todos (que o diga o Chelsea que apenas foi capaz de lá empatar...).

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

F.C Porto em Madrid: Pelo prestígio e dinheiro



O F.C Porto joga amanhã, em pleno Vicente Calderón, a última jornada da fase de grupos da "Champions League". Será ao que tudo indica um jogo onde nada mais estará em jogo, para lá do tentador "prize-money" e do prestígio de cada um dos clubes intervenientes.

Do lado do F.C Porto, quando se perspectivava algumas ausências por opção técnica na convocatória, Jesualdo supreendeu ao preterir apenas Rolando (que ao que tudo indica estará a contas com um síndrome febril). Para o seu lugar, o eleito foi Maicon e a sua titularidade já foi inclusive anunciada pelo próprio treinador na habitual conferência de imprensa antes do jogo.

A meu ver, penso que este jogo poderá ser importante para dar mais minutos a jogadores que até então não têm tido oportunidades suficientes para provar a sua valia. Recordo que temos neste momento jogadores como Diego Valeri por "estrear" e, pelas credenciais que este jogador traz do "País das Pampas", julgo que este seria um bom teste às suas capacidades.

Outro jogador que porventura já vem merecendo a titularidade há algum tempo é Freddy Guarín. Está um jogador muito mais forte, seguro e eficaz do que era quando chegou ao F.C Porto. No entanto, a excessiva competitividade interna tem impedido o jogador de ser uma opção mais regular no "onze" Portista.

Em suma, apesar do jogo ser quase de carácter "amigável", o historial e palmarés do F.C Porto manda que todos os jogadores o encarem com a máxima seriedade e com apenas um objectivo em mente: a vitória.

Será um jogo importante não só pelo aspecto financeiro, mas também útil para manter a fasquia do grupo que vem de uma vitória expressiva na "Cidade Berço".

Deuses da Chuva e dos golos

Noite de muita chuva e de muitos golos no Estádio da Luz. Na recepção à Académica de Coimbra, o Benfica voltou a somar mais uma vitória na Liga portuguesa e colou-se, assim, ao primeiro lugar da tabela classificativa. Com três golos apontados, Cardozo foi a grande figura do desafio da 12.ª jornada.

Tal como anunciara na antevisão para o jogo desta noite, Jorge Jesus fez regressar o central brasileiro Luisão ao onze inicial. Face à ausência do espanhol Javi Garcia por castigo, o treinador do Benfica optou por colocar Ruben Amorim no centro do terreno, mantendo Ramires no lado direito do meio-campo.

O Benfica entrou muito forte no jogo com a Académica, chegando ao golo logo aos cinco minutos. Após um excelente passe de Saviola, Cardozo isolou-se e bateu facilmente Rui Nereu.

Em desvantagem no marcador, os “estudantes” subiram as suas linhas, o que obrigou o Benfica a cuidados defensivos mais redobrados. Passado esse período de neutralização dos ataques do adversário, a equipa de Jorge Jesus tomou definitivamente conta das rédeas do encontro. Assistiu-se, então, a um acumular de oportunidades de golo. Maxi Pereira foi quem deu o mote com um remate de fora da área (27’). Seguiram-se um cabeceamento de Saviola (30’) e logo depois um remate de primeira de Di María, após um cruzamento da direita de Ramires.


O segundo golo surgiu naturalmente aos 31 minutos. Após uma jogada de envolvência pelo lado direito, Maxi Pereira desmarcou Saviola e este entrou na área, fazendo um belíssimo chapéu ao guarda-redes Rui Nereu. Um momento de pura classe do argentino e que vale a pena rever nas imagens televisivas.

Apesar de o resultado ser algo confortável, o Benfica não abrandou o ritmo, aliás, como tem sido timbre na presente temporada. Di María, aos 35 minutos, disparou para mais uma complicada defesa do guardião visitante. Cardozo, aos 42 e 43 minutos, também andou muito perto do tento.

Veia goleadora de Cardozo

Num encontro em que a chuva marcou forte presença, a equipa “encarnada” continuou o segundo tempo a dar uma lição de bom futebol ao adversário. Saviola, uma das figuras do encontro, fez mais um passe de génio para a desmarcação de Cardozo. O paraguaio rematou com perigo, mas este foi desviado para canto (53’).

Di María começou a segunda parte do lado direito do ataque e criou imensos desequilíbrios por esse lado. Aos 55, o internacional rematou e Rui Nereu defendeu para a frente, situação que Cardozo aproveitou para bisar no encontro.

O número sete das “águias” limitou-se a cabecear para o fundo das redes (55’).

Ramires quase também marcou de cabeça aos 57, mas o esférico roçou no poste da baliza de Rui Nereu.

O quarto e último tento da noite apareceu aos 69 minutos, altura que Cardozo correspondeu de cabeça a um livre de Di María.

A chuva começou a cair de forma intensiva, o que dificultou a circulação da bola e, consequentemente, a possibilidade de o Benfica marcar mais golos.

Ao vencer por 4-0, a equipa de Jorge Jesus colou-se ao Sp. Braga no topo da tabela classificativa. Ambas têm 29 pontos em 12 partidas.

O Benfica apresentou o seguinte onze: Quim; Maxi Pereira, Luisão, David Luiz e César Peixoto; Ruben Amorim, Ramires, Aimar (Coentrão, 76’) e Di María, Saviola (Weldon, 68) e Cardozo (Nuno Gomes, 82’).

in SLBenfica.pt

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Guimarães sujeito ao rolo compressor Portista


O F.C Porto goleou hoje o Vitória de Guimarães, em pleno estádio Afonso Henriques. Foram precisamente quatro os golos que "abrilhantaram" uma exibição quase em pleno do F.C Porto e poder-se-á dizer que outros tantos ficaram por marcar.

É certo que o Vitória de Guimarães teve uns primeiros quinze minutos na segunda-parte onde se superiorizou ao F.C Porto (possivelmente galvanizado com o golo marcado ao fechar da primeira-parte), no entanto, a partir do momento que o F.C Porto marcou o terceiro tento, a partida foi autenticamente dada por terminada.


Um recital de bola na primeira-parte

Detalhadamente falando, o F.C Porto fez uma primeira-parte de altíssimo nível e o Guimarães limitou-se a ser um mero "espectador" do jogo. Com uma atitude muito mais aguerrida (finalmente!), o F.C Porto abriu o activo com uma excelente jogada de Varela (após recuperação de bola decisiva de Belluschi). Estava feito o 0-1 e o F.C Porto continuava a "carburar".
Pelo meio ainda assistimos a uma bola na trave de Falcao que apenas adiou o momento de "glória" que estava reservado ao ponta-de-lança Colombiano, nesta partida. Neste sentido, após livre de Raul Meireles, Falcao faz justiça pelos seus próprios pés e coloca fim a um "jejum de golos" não muito habitual num futebolista da sua craveira.
O jogo aparentava estar praticamente decidido, já que o F.C Porto vencia por uns tranquilos 0-2, geria o jogo a seu belo prazer e criava sucessivas oportunidades de ampliar a vantagem. Este cenário foi no entanto alterado, ainda que provisoriamente, já que uma perda de bola de Belluschi viabilizou uma descompensação na equipa Portista e, consequentemente, resultou numa falta perigosa a favor do Guimarães. A essa falta Andrezinho correspondeu com sucesso e marcou um grande golo. Estava então relançada a partida...

Na segunda-parte, o "capitão" deu o mote
O F.C Porto na segunda-parte sofreu um pouco para suster um ímpeto inicial do Vitória. Afinal de contas e, tal como Jesualdo referiu, um golo marcado no final de uma primeira-parte galvaniza a equipa que o marca e perturba (ou porventura até inibe) a equipa que o sofre. Foi nesse sentido que Jesualdo mexeu na estrutura da equipa (e a meu ver bem).
Fazia todo o sentido o F.C Porto voltar a assumir as rédeas do jogo e, para tal, era necessário voltar a "ganhar" o meio-campo.
Guarín, neste pressuposto, foi um elemento chave já que para lá de uma assistência para golo (da autoria de "Cebola" Rodriguez) ainda recuperou uma "mão-cheia" de bolas e "atormentou" Nilton com dois "mísseis teleguiados". É admirável a potência de remate de Guarín sobretudo na seu segundo "tiro" à baliza de Nilton.
Para além da entrada de Guarín (por substituição com Belluschi), entrou Hulk para o lugar de Falcao. Com esta alteração suponho que Jesualdo tivesse optado por garantir alguma frescura física e imprevisibilidade na ocupação dos espaços na frente de ataque (de notar que o F.C Porto passou a jogar com três avançados, dos quais nenhum era ponta-de-lança fixo).
Depois de efectuadas estas nuances tácticas, a equipa assentou jogo e Bruno Alves (após nova assistência de Meireles) tranquilizou a equipa e toda a massa adepta Portista.
Bruno Alves marca um golo decisivo no dia em que soube que faz parte do restrito lote de nomeados para a equipa do ano da UEFA (numa lista onde se vislumbram nomes como o de Puyol, Ferdinand, Terry e outros tantos). Foi justo e merecido este golo e esta nomeação para aquele que é, sem qualquer margem de dúvidas, o melhor central da Liga e um dos melhores do futebol Europeu.
Por fim, o jogo não fica concluído sem C.Rodriguez marcar um golaço bem à imagem do golo concretizado por Varela na primeira-parte.
Uma última nota vai para os destaques individuais que contemplam as exibições soberbas de Varela, Meireles, Belluschi, Guarín, Falcao e Rodriguez. Fico satisfeito acima de tudo por Falcao ter voltado aos golos, por Rodriguez ter atingido indíces físicos extremamente altos (sobretudo tendo em conta o elevado período de paragem a que foi submetido) e, à imagem de Rodriguez o mesmo se aplica a Varela. Quanto a Belluschi, nota-se uma influência cada vez maior na equipa a partir do momento que pega na bola em zonas mais adiantadas do terreno. É certo que teve uma perda de bola que custou um golo ao F.C Porto, mas foi ele também o autor de uma recuperação de bola decisiva para o golo de Varela bem como de uma série de assistências para golo que colocaram a defesa Vimaranense em sobressalto. O único aspecto que ainda vem limitando a sua utilização a tempo inteiro (e, a meu ver, o mesmo aplicasse a Varela) prende-se com o facto deste ainda não possuir a condição física necessária para aguentar os 90 minutos a um elevado ritmo. De resto, a classe está toda lá (em ambos os jogadores).
Em contrapartida, achei que a entrada de Hulk não foi muito bem sucedida e, a meu ver, Fucile apresentou algumas limitações do ponto-de-vista físico que o impediram de aumentar a intensidade da partida como ele bem sabe.
Dito isto, o F.C Porto marcou hoje um "ponto-de-viragem" e provou que está "vivo" e "bem vivo".
Terça-feira há jogo de "Champions" e perspectiva-se alguma rotatividade na equipa por parte de Jesualdo, nunca perdendo de vista a vitória e o "prize-money" a ela associado, já que quanto à qualificação tudo está mais que definido.
















quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

O que é demais é molestia....

Benfica-Académica, 20h15 (Cosme Machado, AF Braga)

Não acredito em coincidências mas por vezes aceito que elas existam, mas está situação não pode ser encarada como tal.

Após 2 semanas do jogo entre Benfica e Guimarães que ditou a eliminação da Aguias da taça de Portugal Comes Machado volta a dirigir um jogo na luz, está época é sem duvida a quarta ou quinta vez em menos de 12 jogos o que é feito de outros árbitros? estão todos na jarra?

Quanto a Jorge Sousa volta novamente ao Minho depois do Braga vs Benfica desta vez para arbitrar o Guimarães vs Porto, ou seja vai continuar o que não terminou espero desta vez que não exista nada no túnel não vá ele expulsar jogadores do Benfica à distancia sem estes fazer nada nunca se sabe estamos na era das novas tecnologias.

Por falar em Jarra não encontrei o nome de Paulo Costa depois daquele excelente trabalho realizado no Domingo será que está doente?

Comentário Bate Borisov 1 vs 2 SL Benfica


Quinta jornada da nova Liga Europa grupo I, Benfica desloca-se à Bielorrússia para defrontar o Bate Borisov, num relvado estranhamente para esta altura no ano em boas condições mas com temperaturas quase negativas, foram estas as condições em que o Benfica teve que jogar, apesar disso e como era exigível para a grandeza do nosso clube as mesmas não foram desculpa.

Quanto ao jogo 4ª vitória na competição em 5 jogos realizados, permitiu ao Benfica quando ainda falta 1 jornada garantir o primeiro lugar do grupo à frente do Everton fugindo assim as equipas que vêm da Liga dos Campeões, no entanto olhando as equipas já ou prestes a se qualificar na liga Europa e as 3ª classificadas da Liga dos Campeões não sei qual será melhor, tirando Liverpool, Juventos ou Bayern não se deslumbra mais nenhum tubarão a vir da Liga dos Campeões, enquanto na Liga Europa existem equipas como o Bremen, Valência, Galatasaray, Roma, Génova etc... Mas ainda há muito tempo até os oitavos de final logo veremos que sorte ou azar mas nos sorteios o Benfica tem estranhamente sempre vida muito difícil ao contrario de outros.

Quanto ao jogo propriamente dito bastou três ou quatro jogadas à Benfica para sairmos vencedores, foi um jogo que sinceramente esperava mais do Bate pois precisava de ganhar para manter viva a esperança, ao Benfica não era pedido isso até poderia perder os jogos jogos que faltavam, dai que na primeira parte viu-se um jogo em que o Benfica jogou claramente na expectativa até porque apresentou uma equipa ligeiramente diferente do normal mas como em Liverpool na segunda parte o Benfica entrou forte e aos 50 segundos de jogo já vencia numa excelente jogada do ataque encarnado, a partir dai foi um jogo normal o segundo golo acabou por aparecer o terceiro golo também apareceu mas desta vez na baliza contraria, mas enfim são coisas que acontecem no futebol.

Em termos de jogadores, bom jogo de Fábio Coentrão culminado com um bonito golo, talvez fosse tempo de dar oportunidade tanto de Coentrão jogar de inicio naquela posição como também de mandar Di Maria para o banco uns tempos para poder recarregar baterias.