segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

F.C Porto em Madrid: Pelo prestígio e dinheiro



O F.C Porto joga amanhã, em pleno Vicente Calderón, a última jornada da fase de grupos da "Champions League". Será ao que tudo indica um jogo onde nada mais estará em jogo, para lá do tentador "prize-money" e do prestígio de cada um dos clubes intervenientes.

Do lado do F.C Porto, quando se perspectivava algumas ausências por opção técnica na convocatória, Jesualdo supreendeu ao preterir apenas Rolando (que ao que tudo indica estará a contas com um síndrome febril). Para o seu lugar, o eleito foi Maicon e a sua titularidade já foi inclusive anunciada pelo próprio treinador na habitual conferência de imprensa antes do jogo.

A meu ver, penso que este jogo poderá ser importante para dar mais minutos a jogadores que até então não têm tido oportunidades suficientes para provar a sua valia. Recordo que temos neste momento jogadores como Diego Valeri por "estrear" e, pelas credenciais que este jogador traz do "País das Pampas", julgo que este seria um bom teste às suas capacidades.

Outro jogador que porventura já vem merecendo a titularidade há algum tempo é Freddy Guarín. Está um jogador muito mais forte, seguro e eficaz do que era quando chegou ao F.C Porto. No entanto, a excessiva competitividade interna tem impedido o jogador de ser uma opção mais regular no "onze" Portista.

Em suma, apesar do jogo ser quase de carácter "amigável", o historial e palmarés do F.C Porto manda que todos os jogadores o encarem com a máxima seriedade e com apenas um objectivo em mente: a vitória.

Será um jogo importante não só pelo aspecto financeiro, mas também útil para manter a fasquia do grupo que vem de uma vitória expressiva na "Cidade Berço".

Deuses da Chuva e dos golos

Noite de muita chuva e de muitos golos no Estádio da Luz. Na recepção à Académica de Coimbra, o Benfica voltou a somar mais uma vitória na Liga portuguesa e colou-se, assim, ao primeiro lugar da tabela classificativa. Com três golos apontados, Cardozo foi a grande figura do desafio da 12.ª jornada.

Tal como anunciara na antevisão para o jogo desta noite, Jorge Jesus fez regressar o central brasileiro Luisão ao onze inicial. Face à ausência do espanhol Javi Garcia por castigo, o treinador do Benfica optou por colocar Ruben Amorim no centro do terreno, mantendo Ramires no lado direito do meio-campo.

O Benfica entrou muito forte no jogo com a Académica, chegando ao golo logo aos cinco minutos. Após um excelente passe de Saviola, Cardozo isolou-se e bateu facilmente Rui Nereu.

Em desvantagem no marcador, os “estudantes” subiram as suas linhas, o que obrigou o Benfica a cuidados defensivos mais redobrados. Passado esse período de neutralização dos ataques do adversário, a equipa de Jorge Jesus tomou definitivamente conta das rédeas do encontro. Assistiu-se, então, a um acumular de oportunidades de golo. Maxi Pereira foi quem deu o mote com um remate de fora da área (27’). Seguiram-se um cabeceamento de Saviola (30’) e logo depois um remate de primeira de Di María, após um cruzamento da direita de Ramires.


O segundo golo surgiu naturalmente aos 31 minutos. Após uma jogada de envolvência pelo lado direito, Maxi Pereira desmarcou Saviola e este entrou na área, fazendo um belíssimo chapéu ao guarda-redes Rui Nereu. Um momento de pura classe do argentino e que vale a pena rever nas imagens televisivas.

Apesar de o resultado ser algo confortável, o Benfica não abrandou o ritmo, aliás, como tem sido timbre na presente temporada. Di María, aos 35 minutos, disparou para mais uma complicada defesa do guardião visitante. Cardozo, aos 42 e 43 minutos, também andou muito perto do tento.

Veia goleadora de Cardozo

Num encontro em que a chuva marcou forte presença, a equipa “encarnada” continuou o segundo tempo a dar uma lição de bom futebol ao adversário. Saviola, uma das figuras do encontro, fez mais um passe de génio para a desmarcação de Cardozo. O paraguaio rematou com perigo, mas este foi desviado para canto (53’).

Di María começou a segunda parte do lado direito do ataque e criou imensos desequilíbrios por esse lado. Aos 55, o internacional rematou e Rui Nereu defendeu para a frente, situação que Cardozo aproveitou para bisar no encontro.

O número sete das “águias” limitou-se a cabecear para o fundo das redes (55’).

Ramires quase também marcou de cabeça aos 57, mas o esférico roçou no poste da baliza de Rui Nereu.

O quarto e último tento da noite apareceu aos 69 minutos, altura que Cardozo correspondeu de cabeça a um livre de Di María.

A chuva começou a cair de forma intensiva, o que dificultou a circulação da bola e, consequentemente, a possibilidade de o Benfica marcar mais golos.

Ao vencer por 4-0, a equipa de Jorge Jesus colou-se ao Sp. Braga no topo da tabela classificativa. Ambas têm 29 pontos em 12 partidas.

O Benfica apresentou o seguinte onze: Quim; Maxi Pereira, Luisão, David Luiz e César Peixoto; Ruben Amorim, Ramires, Aimar (Coentrão, 76’) e Di María, Saviola (Weldon, 68) e Cardozo (Nuno Gomes, 82’).

in SLBenfica.pt

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Guimarães sujeito ao rolo compressor Portista


O F.C Porto goleou hoje o Vitória de Guimarães, em pleno estádio Afonso Henriques. Foram precisamente quatro os golos que "abrilhantaram" uma exibição quase em pleno do F.C Porto e poder-se-á dizer que outros tantos ficaram por marcar.

É certo que o Vitória de Guimarães teve uns primeiros quinze minutos na segunda-parte onde se superiorizou ao F.C Porto (possivelmente galvanizado com o golo marcado ao fechar da primeira-parte), no entanto, a partir do momento que o F.C Porto marcou o terceiro tento, a partida foi autenticamente dada por terminada.


Um recital de bola na primeira-parte

Detalhadamente falando, o F.C Porto fez uma primeira-parte de altíssimo nível e o Guimarães limitou-se a ser um mero "espectador" do jogo. Com uma atitude muito mais aguerrida (finalmente!), o F.C Porto abriu o activo com uma excelente jogada de Varela (após recuperação de bola decisiva de Belluschi). Estava feito o 0-1 e o F.C Porto continuava a "carburar".
Pelo meio ainda assistimos a uma bola na trave de Falcao que apenas adiou o momento de "glória" que estava reservado ao ponta-de-lança Colombiano, nesta partida. Neste sentido, após livre de Raul Meireles, Falcao faz justiça pelos seus próprios pés e coloca fim a um "jejum de golos" não muito habitual num futebolista da sua craveira.
O jogo aparentava estar praticamente decidido, já que o F.C Porto vencia por uns tranquilos 0-2, geria o jogo a seu belo prazer e criava sucessivas oportunidades de ampliar a vantagem. Este cenário foi no entanto alterado, ainda que provisoriamente, já que uma perda de bola de Belluschi viabilizou uma descompensação na equipa Portista e, consequentemente, resultou numa falta perigosa a favor do Guimarães. A essa falta Andrezinho correspondeu com sucesso e marcou um grande golo. Estava então relançada a partida...

Na segunda-parte, o "capitão" deu o mote
O F.C Porto na segunda-parte sofreu um pouco para suster um ímpeto inicial do Vitória. Afinal de contas e, tal como Jesualdo referiu, um golo marcado no final de uma primeira-parte galvaniza a equipa que o marca e perturba (ou porventura até inibe) a equipa que o sofre. Foi nesse sentido que Jesualdo mexeu na estrutura da equipa (e a meu ver bem).
Fazia todo o sentido o F.C Porto voltar a assumir as rédeas do jogo e, para tal, era necessário voltar a "ganhar" o meio-campo.
Guarín, neste pressuposto, foi um elemento chave já que para lá de uma assistência para golo (da autoria de "Cebola" Rodriguez) ainda recuperou uma "mão-cheia" de bolas e "atormentou" Nilton com dois "mísseis teleguiados". É admirável a potência de remate de Guarín sobretudo na seu segundo "tiro" à baliza de Nilton.
Para além da entrada de Guarín (por substituição com Belluschi), entrou Hulk para o lugar de Falcao. Com esta alteração suponho que Jesualdo tivesse optado por garantir alguma frescura física e imprevisibilidade na ocupação dos espaços na frente de ataque (de notar que o F.C Porto passou a jogar com três avançados, dos quais nenhum era ponta-de-lança fixo).
Depois de efectuadas estas nuances tácticas, a equipa assentou jogo e Bruno Alves (após nova assistência de Meireles) tranquilizou a equipa e toda a massa adepta Portista.
Bruno Alves marca um golo decisivo no dia em que soube que faz parte do restrito lote de nomeados para a equipa do ano da UEFA (numa lista onde se vislumbram nomes como o de Puyol, Ferdinand, Terry e outros tantos). Foi justo e merecido este golo e esta nomeação para aquele que é, sem qualquer margem de dúvidas, o melhor central da Liga e um dos melhores do futebol Europeu.
Por fim, o jogo não fica concluído sem C.Rodriguez marcar um golaço bem à imagem do golo concretizado por Varela na primeira-parte.
Uma última nota vai para os destaques individuais que contemplam as exibições soberbas de Varela, Meireles, Belluschi, Guarín, Falcao e Rodriguez. Fico satisfeito acima de tudo por Falcao ter voltado aos golos, por Rodriguez ter atingido indíces físicos extremamente altos (sobretudo tendo em conta o elevado período de paragem a que foi submetido) e, à imagem de Rodriguez o mesmo se aplica a Varela. Quanto a Belluschi, nota-se uma influência cada vez maior na equipa a partir do momento que pega na bola em zonas mais adiantadas do terreno. É certo que teve uma perda de bola que custou um golo ao F.C Porto, mas foi ele também o autor de uma recuperação de bola decisiva para o golo de Varela bem como de uma série de assistências para golo que colocaram a defesa Vimaranense em sobressalto. O único aspecto que ainda vem limitando a sua utilização a tempo inteiro (e, a meu ver, o mesmo aplicasse a Varela) prende-se com o facto deste ainda não possuir a condição física necessária para aguentar os 90 minutos a um elevado ritmo. De resto, a classe está toda lá (em ambos os jogadores).
Em contrapartida, achei que a entrada de Hulk não foi muito bem sucedida e, a meu ver, Fucile apresentou algumas limitações do ponto-de-vista físico que o impediram de aumentar a intensidade da partida como ele bem sabe.
Dito isto, o F.C Porto marcou hoje um "ponto-de-viragem" e provou que está "vivo" e "bem vivo".
Terça-feira há jogo de "Champions" e perspectiva-se alguma rotatividade na equipa por parte de Jesualdo, nunca perdendo de vista a vitória e o "prize-money" a ela associado, já que quanto à qualificação tudo está mais que definido.
















quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

O que é demais é molestia....

Benfica-Académica, 20h15 (Cosme Machado, AF Braga)

Não acredito em coincidências mas por vezes aceito que elas existam, mas está situação não pode ser encarada como tal.

Após 2 semanas do jogo entre Benfica e Guimarães que ditou a eliminação da Aguias da taça de Portugal Comes Machado volta a dirigir um jogo na luz, está época é sem duvida a quarta ou quinta vez em menos de 12 jogos o que é feito de outros árbitros? estão todos na jarra?

Quanto a Jorge Sousa volta novamente ao Minho depois do Braga vs Benfica desta vez para arbitrar o Guimarães vs Porto, ou seja vai continuar o que não terminou espero desta vez que não exista nada no túnel não vá ele expulsar jogadores do Benfica à distancia sem estes fazer nada nunca se sabe estamos na era das novas tecnologias.

Por falar em Jarra não encontrei o nome de Paulo Costa depois daquele excelente trabalho realizado no Domingo será que está doente?

Comentário Bate Borisov 1 vs 2 SL Benfica


Quinta jornada da nova Liga Europa grupo I, Benfica desloca-se à Bielorrússia para defrontar o Bate Borisov, num relvado estranhamente para esta altura no ano em boas condições mas com temperaturas quase negativas, foram estas as condições em que o Benfica teve que jogar, apesar disso e como era exigível para a grandeza do nosso clube as mesmas não foram desculpa.

Quanto ao jogo 4ª vitória na competição em 5 jogos realizados, permitiu ao Benfica quando ainda falta 1 jornada garantir o primeiro lugar do grupo à frente do Everton fugindo assim as equipas que vêm da Liga dos Campeões, no entanto olhando as equipas já ou prestes a se qualificar na liga Europa e as 3ª classificadas da Liga dos Campeões não sei qual será melhor, tirando Liverpool, Juventos ou Bayern não se deslumbra mais nenhum tubarão a vir da Liga dos Campeões, enquanto na Liga Europa existem equipas como o Bremen, Valência, Galatasaray, Roma, Génova etc... Mas ainda há muito tempo até os oitavos de final logo veremos que sorte ou azar mas nos sorteios o Benfica tem estranhamente sempre vida muito difícil ao contrario de outros.

Quanto ao jogo propriamente dito bastou três ou quatro jogadas à Benfica para sairmos vencedores, foi um jogo que sinceramente esperava mais do Bate pois precisava de ganhar para manter viva a esperança, ao Benfica não era pedido isso até poderia perder os jogos jogos que faltavam, dai que na primeira parte viu-se um jogo em que o Benfica jogou claramente na expectativa até porque apresentou uma equipa ligeiramente diferente do normal mas como em Liverpool na segunda parte o Benfica entrou forte e aos 50 segundos de jogo já vencia numa excelente jogada do ataque encarnado, a partir dai foi um jogo normal o segundo golo acabou por aparecer o terceiro golo também apareceu mas desta vez na baliza contraria, mas enfim são coisas que acontecem no futebol.

Em termos de jogadores, bom jogo de Fábio Coentrão culminado com um bonito golo, talvez fosse tempo de dar oportunidade tanto de Coentrão jogar de inicio naquela posição como também de mandar Di Maria para o banco uns tempos para poder recarregar baterias.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Objectivo alcançado

Missão cumprida. O Sport Lisboa e Benfica triunfou esta quarta-feira na Bielorrússia por 1-2 e assegurou, assim, a qualificação para os 16 avos-de-final da Liga Europa. Com uma jornada a faltar para a conclusão da fase de grupos, os “encarnados” já garantiram a primeira posição do agrupamento I com 12 pontos.

O treinador Jorge Jesus apresentou quatro alterações relativamente ao último encontro do campeonato com o rival Sporting, duas delas já anunciadas antes do desafio da Liga Europa. Júlio César assumiu a baliza e Miguel Vítor alinhou ao lado de David Luiz no eixo da defesa. As outras duas novidades foram a presença de Fábio Coentrão e Felipe Menezes nos lugares de Di María e Felipe Menezes, respectivamente.

A equipa “encarnada” chegou com perigo à baliza dos bielorrussos aos 15 minutos. Cardozo surgiu bem colocado na área, mas o remate do avançado paraguaio acabou por sair frouxo. De fora da área, Felipe Menezes tentou igualmente surpreender o guarda-redes da casa, mas o remate saiu ao lado.

O domínio do Benfica foi quebrado por um remate de Krivets. O jogador do BATE Borisov cobrou um livre do lado esquerdo do ataque, mas o esférico foi bater nos ferros da baliza de Júlio César (27’). Na sequência do lance, Bordachov atirou ao lado.

A resposta dos “encarnados” surgiu por intermédio de Javier Saviola, mas o remate saiu mal direccionado para sorte da formação da casa (38’).

Saviola e Coentrão decidem

O segundo tempo começou com uma jogada brilhante do Benfica e que conduziu à abertura do marcador. Numa jogada pelo lado esquerdo do ataque, Fábio Coentrão desmarcou Felipe Menezes com um toque calcanhar. O brasileiro entrou na área, foi até à linha de fundo e serviu Saviola para concluir facilmente com um remate rasteiro. Estávamos no primeiro minuto da segunda metade.

Saviola esteve envolvido também na jogada do segundo golo, ao fazer o passe para Fábio Coentrão. O internacional português entrou na área e rematou cruzado, fazendo um grande golo ao serviço do Benfica (63’).

Num momento de infelicidade, o central Miguel Vítor desviou um cabeceamento de um adversário e traiu o guarda-redes brasileiro Júlio César (68’).

O adversário empolgou-se com o golo obtido, mas foi o Benfica que teve duas boas oportunidades para fazer o 1-3. Aimar, aos 73, rematou no interior da área para defesa do guardião da casa. Este último voltou a estar evidência ao travar um disparo de Di María (82’), que entrou na parte final do desafio.

Os objectivos para o jogo foram totalmente cumpridos e, assim, o Benfica poderá receber tranquilamente o AEK Atenas no próximo dia 17 de Dezembro. A equipa grega perdeu hoje com o Everton por 0-1, resultado que deu o apuramento aos ingleses.

O Benfica apresentou a seguinte equipa: Júlio César; Maxi Pereira (Ruben Amorim, 90’), Miguel Vítor, David Luiz e César Peixoto; Javi Garcia, Ramires, Fábio Coentrão (Di María, 79’) e Felipe Menezes; Saviola (Aimar, 67’) e Cardozo.

in SLBenfica.pt

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

S.C Braga: Liderança justa e inequívoca


Não tenho por hábito comentar os jogos de outras equipas que não o meu F.C Porto, no entanto e perante o actual cenário classificativo da Liga, creio que estou no direito de abrir uma excepção. Essa excepção recai indiscutivelmente no "fantástico" S.C Braga (a quatro jornadas do final da primeira-volta), sob o comando de Domingos Paciência.

Foi com algum interesse que tive oportunidade de acompanhar o último jogo da equipa Minhota (diante do U.Leiria) e, na minha óptica, é louvável a consistência defensiva e objectividade atacante desta equipa. O resultado terminou com um 2-0 a favor da equipa da casa e, ainda que contra o meu F.C Porto falando, tenho de admitir que é com inteira justiça que esta equipa ocupa a primeira posição.

Numa altura em que os adeptos e treinadores dos clubes ditos "grandes" (nos quais eu me incluo, obviamente) utilizam as lesões como justificação para as performances menos conseguidas das suas equipas (que naturalmente também têm a sua quota parte de importância), o S.C Braga (com um plantel mais limitado que o dos restantes três concorrentes ao título) soube criar mecanismos e solidificar processos que lhe garantiu uma estabilidade na liderança da tabela classificativa, abrilhantada com vitórias diante dos "três grandes".

Na partida de ontem diante do U.Leiria, sabendo de antemão que o "motor" Hugo Viana não jogava, eu perspectivava dificuldades acrescidas para o S.C Braga vencer a partida. No entanto, Domingos foi astuto ao colocar Andres Madrid a desempenhar a função de organizador de jogo da equipa e a mesma assimilou a alteração e deu sequência a esta nuance táctica.

É neste pressuposto que abri uma excepção ao tipo de "posts" que costumo colocar (a grande maioria em relação ao meu F.C Porto), para dar os parabéns ao S.C Braga pela magnífica campanha que vem realizando.

Sinceramente, no meio disto tudo, continuo ainda a acreditar que a "luta" pela primeira posição do campeonato vai ter como intérpretes o F.C Porto e o Benfica, pese embora ache que o S.C Braga poderá ser um "intruso" entre os lugares cimeiros da tabela classificativa. Poderá, inclusive, relegar o Sporting C.P para posições às quais não está muito acostumado.