segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Mais do que Merecido


Na Luz, o muro também caiu! Vinte anos depois de o der Berlim ter vindo abaixo, os encarnados tiveram trabalho tão grande como a queda do Leste como o conhecêramos até 1989. Custou, demorou uma eternidade, mesmo. Mas a cabeça de um espanhol tão pensante como trabalhador derrubou os alicerces de uma Naval apostada em defender, e apenas defender, e que teve em Peiser a figura maior da noite da Luz.

A ocasião de ouro de ganhar pontos aos adversários consumou-se tarde, mas muito a tempo de conceder justiça a uma equipa que ia perdendo forças com o tic-tac do relógio, mas, sobretudo, pelo desespero que foi ver o guardião adversário parar as bombas atiradas contra o maciço contrário. Assustou a Naval mesmo no fim, mas seria castigado pesado para a equipa de Jesus e para os milhares de gargantas roucas, que não cansaram de fazer os encarnados ter fé.

Terá sido da superstição?

Para os supersticiosos, o Benfica começou a atacar para Sul, ao contrário do habitual, por ordem de Peiser ao capitão Godemeche. Talvez por isso, a águia tenha começado a meio gás. Mas cresceu, cresceu tanto que no final dos primeiros 45 minutos já tinha boas ocasiões para chegar ao golo. Porém, havia Peiser que era ainda maior que o Benfica, com defesas espantosas, para desespero da causa encarnada.

Di María foi o primeiro a fazer o francês brilhar. Livre aos 14 e Peiser voou para defesa; Javi Garcia imitou o argentino e, lá estava o guarda-redes; Di María voltou a tentar, de bola corrida: deu no mesmo, com defesa a punhos. Daniel Cruz ia traindo Peiser, mas até as infelicidades dos colegas o francês defendeu.

E quando falhou, Saviola atirou no poste! O Benfica lançou mais ataques e o primeiro tempo fechou com mais um episódio que espelhou tudo o que se passou até então: Javi Garcia cabeceia, os adeptos começam a gritar golo, mas, lá está, Peiser, interrompeu-os. O guardião era o muro que na Luz não caía. A Naval tinha abdicado de fazer qualquer coisa lá na frente e no Benfica percebia-se uma coisa: Cardozo fazia falta, não só pelo pouco que jogava Nuno Gomes, mas também porque no que toca a meter a bola na baliza, o paraguaio fá-lo como ninguém.

Era o super-homem?

O acelerador encarnado estava no fundo, mas alguém injectou ainda mais potência. Jorge Jesus certamente, ao intervalo. O Benfica carregou, foi para cima da Naval, mais ainda se era possível. Mas a força toda de uma equipa e dos mais de 40 mil na Luz esbarrava nos poderes do Super-Homem. À medida que os colegas iam caindo, Peiser mantinha-se de pé. Defendia tudo, até com as pontas dos dedos desviou um golo (era mesmo isso) de Di María para o poste.

Nuno Gomes dera o lugar a Weldon, antes disso, mas era o guardião da Naval que merecia a crónica toda do jogo, o destaque maior e a nota mais alta. A oportunidade de ouro do Benfica em ganhar pontos aos rivais e encostar no Sp. Braga ia-se perdendo nas mãos de um francês, até porque as oportunidades sucediam-se.

Com o tempo a passar, os encarnados tiveram de buscar força onde parecia não haver, sobretudo Di María. Mas seria o argentino a meter no alto da área contrária, onde apareceu o espanhol Javi Garcia, que numa imitação do voo da águia, saltou e cabeceou para onde Peiser não podia estar. A omnipresença é para os deuses. O francês saiu apenas como herói, como saiu Javi Garcia e restantes encarnados, pelo jogo e fé que demonstraram.


in Maisfutebol.iol.pt

domingo, 8 de novembro de 2009

Jesualdo Ferreira ajuda o "seu" Benfica


Há quatro anos Jesualdo iniciava o seu ciclo enquanto treinador do F.C Porto. Os adeptos olhavam-no com desconfiança e ano após ano o seu trabalho é todo ele feito debaixo de opiniões divididas e contestação.

Hoje, mais uma vez, deu razão a todos os adeptos que o querem fora do Dragão e, a meu ver, atesta a incompetência global dos treinadores Portugueses. Talvez este jogo sirva de exemplo para justificar a quantidade de "chicotadas" que se verificou neste campeonato. Nunca o campeonato tinha registado tantas "chicotadas psicológicas" e tudo isso aconteceu este ano, precisamente quando alguns "comentaristas" assinalavam com satisfação o facto da Liga estar toda ela repleta de treinadores Portugueses.

Adiante. O F.C Porto no jogo de hoje perdeu e muito bem. Aliás, quanto a mim o resultado peca por escasso a favor do Marítimo.

Já de alguns jogos para cá o F.C Porto vem denotando um futebol aos "repelões" e com um espaço excessivo entre meio-campo e ataque. Desta vez não houve um "golpe de génio" de Falcao para salvar Jesualdo e, como já tive oportunidade de referir, o resultado é mais que justo.

Não sou de arranjar desculpas para as derrotas ou más exibições Portistas, mas se é verdade que no jogo diante do Belenenses houve uma atitude completamente anti-desportiva da equipa visitante, hoje assistimos a uma atitude do Maritimo que marcou a diferença. Apesar de todas as suas limitações, o Marítimo (agora orientado por Michel Van der Gaag) jogou de forma desinibida, extremamente rápida e com objectividade.

Este sistema que Jesualdo vem adoptando, tem valido alguns dissabores e pelo meio umas vitórias tangenciais. Na verdade, com um "fosso" entre meio-campo e ataque, os três avançados e em particular Falcao, são obrigados a correrias desenfriadas e a um esforço excessivo. Não havia necessidade de se chegar a este extremo. Se por ventura estivessemos a falar do Sporting, onde a falta de meios justifica os maus resultados, haveria da minha parte maior conformação. No entanto, como eu sei que o F.C Porto pode e deve fazer muito melhor que isto (já o fez, inclusive e em jogos bem mais complicados), a minha indignação e a da maior parte dos Portistas recai na insistente vontade de "inovar" de Jesualdo Ferreira. Já em anos anteriores foi assim, sempre com grandes jogadores sob o seu comando.

Pela forma como o campeonato vem decorrendo, nenhuma equipa se pode dar ao "luxo" de desperdiçar pontos, sobretudo em situações cujo "deslize" era perfeitamente evitável.

Fico sem saber o que efectivamente se passa entre Jesualdo e Belluschi. Está mais que visto que nesta temporada tem havido uma "era" antes e pós-Belluschi, daí que considere a sua não utilização completamente escusada. Estaremos na presença de um caso semelhante ao que incompatibilizou Paulo Bento com Stojkovic? Estará Belluschi ainda em processo de recuperação? Mas se estava porque foi convocado?

Tudo dúvidas que subssistem na cabeça dos Portistas, que neste momento vêm o chão a fugir e anseiam por uma verdadeira reviravolta na forma como a equipa se vem exibindo. Está dificil, mas ainda faltam vinte jornadas....
P.S: Numa altura em que existem dúvidas quanto ao sucessor de Paulo Bento no comando técnico do Sporting CP, cá vai a minha sugestão: Jesualdo Ferreira. Sr.Bettencourt está à vontade para o levar...

sábado, 7 de novembro de 2009

Comentário Everton 0 vs 2 SL Benfica

A quarta jornada da liga Europa 3º vitória desta vez em casa de um dos principais candidatos a passagem aos oitavos e quem sabe até a uma boa participação na prova.

O Benfica desta vez entrou a meu intender da forma ideal ou seja respeitando o adversário, sendo para isso importante a inclusão de David Luiz à esquerda da defesa encarnada. Após os primeiros 20m em que o Everton carregou mais à procura do golo tendo o Benfica ainda assim respondendo em contra-ataque o Benfica depois desse tempo controlou perfeitamente o jogo e o resultado.
Se era certo que o empate já não era mau resultado era importante a vitória para mostrar a gregos e a troianos que este Benfica não é o das vitórias contra fracos ou fraquinhos é o Benfica das vitórias merecedoras e sem contestação.

Arrumar a questão

No segundo tempo o Benfica entrou para ganhar, Jorge jesus deve ter percebido que afinal a vitória estava ali ao virar da esquina e os seus jogadores também acreditaram Di Maria começou abrir o livro pondo em sentido a equipa inglesa que já não atacava.
E por fim veio a estucada final quando se deslumbrou Aimar no aquecimento muito sinceramente pensei que ira sair Saviola o Benfica iria contentar-se com o empate ou com um lance fortuito para ganhar, não foi isso que aconteceu Jesus quis mesmo ganhar tirando Fábio Coentrão que até então tinha estado um pouco apagado, migrou Rúben Amorim para a direita e o Benfica voltou ao formato tradicional, não foi preciso esperar muito tempo para o Benfica inaugurar o marcador com um lance algo fortuito é certo mas já mais que merecido. Cardozo a 15m do fim selou as contas para o Benfica deixando claro quem mandava no jogo, impressionante também a forma de como o Benfica mandou o Everton lá para atrás mesmo a perder e a precisar de ganhar, como se de uma goleada tivessem medo.

Jogadores

Para mim melhor em campo foi Di Maria mas também Saviola merece-se essa distinção não só pelo golo que marcou mas pelas constantes movimentações muito importantes para este Benfica, Cardozo foi o que sempre é ou seja um Goleador, uma palavra para Júlio César que fez uma defesa enorme no fim do jogo a mostrar que pode ser dentro de pouco tempo um Guarda-Redes a ter muito em conta.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Paulo Bento foi demitido, mas....

...já está encontrado o substituto. O futuro treinador do Sporting terá de ser um profissional dedicado, exigente e sobretudo muito disciplinador...


:D

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Diabos a solta em Goodison Park

O Benfica saiu novamente com um triunfo de 2-0 da cidade de Liverpool, tal como acontecera em Março de 2006, onde eliminou a equipa de Anfield Road da Liga dos Campeões. Em Goodison Park, a equipa de Jorge Jesus mostrou-se muito forte em termos colectivos, obtendo uma vitória clara sobre o Everton. Com este resultado na 4.ª jornada do Grupo I da Liga Europa, os “encarnados” ficaram a um ponto da fase seguinte.

Jorge Jesus confirmou esta noite o que tinha deixado a entender na conferência de imprensa de antevisão da partida da Liga Europa, ao proceder a algumas mexidas no onze inicial. Além da habitual titularidade Júlio César na prova europeia, o técnico deixou Maxi Pereira e Aimar no banco de suplentes, apostando nas entradas de Ruben Amorim para o lado direito e de Sidnei para o eixo da defesa, o que fez descair David Luiz para o lado esquerdo de defesa. Desta forma, Coentrão passou a alinhar preferencialmente na ala esquerda do ataque “encarnado”, visto que foi trocando de posição com Di María.

O Benfica conseguiu controlar o início da partida, ainda que tenha sido o Everton a tentar alvejar primeiro a baliza de Júlio César. O remate de Fellaini foi facilmente travado pelo guardião brasileiro (3’). A resposta do Benfica veio na jogada seguinte e foi bem mais perigosa. Saviola surgiu pelo lado esquerdo e já sem grande ângulo rematou para uma boa defesa de Howard.

A atenção do guarda-redes do Everton foi novamente testada aos 13 minutos por intermédio de Di María, que rematou de primeira de fora área.

O jogou entrou depois numa fase de equilíbrio e sem grandes jogadas de perigo junto das balizas. Registo apenas para uma entrada de dura de Yakubu sobre Ramires. O jogador levou apenas o cartão amarelo (19’).

Na parte final, o Benfica voltou a pressionar o adversário e quase marcou num cabeceamento ao poste de Cardozo (40’). O lance prosseguiu e Saviola rematou para mais uma grande defesa de Howard.

Antes do intervalo, a equipa de Jorge Jesus sofreu uma saída inesperada. Ramires lesionou-se e foi substituído por Maxi Pereira, o que fez subir Ruben Amorim no terreno.

A segunda parte mostrou um Benfica ainda mais perigoso. Coentrão (53’) e Ruben Amorim (55’) começaram por fazer os primeiros avisos, mas foi Di María quem teve duas claras oportunidades para abrir o marcador no Estádio do Everton. Aos 56’, Cardozo fez um passe magistral a desmarcar o argentino. Di María surgiu isolado diante Howard, mas o remate saiu ligeiramente por cima da trave. Aos 60’, o número 20 “encarnado” voltou a obrigar Howard a uma intervenção difícil.

Depois de tanto procurar o golo, o Benfica chegou finalmente à vantagem no marcador. Com Di María novamente na jogada, a bola sobrou para Saviola que bateu tranquilamente o guarda-redes da casa (63’). Aos 76’, Cardozo acabou com as já reduzidas esperanças da equipa da Premier League, ao marcar de pé esquerdo. No total dos dois jogos realizados com o Everton, o Benfica ganhou por 7-0, o que demonstra inequivocamente a superioridade da equipa “encarnada”.

Com este resultado, o Benfica ficou a um ponto de garantir um lugar na fase seguinte da Liga Europa. Os “encarnados” lideram com 9 pontos, seguidos do Everton (6), AEK (4) e BATE Borisov (4).

O Benfica apresentou a seguinte equipa: Júlio César; Ruben Amorim, Luisão, Sidnei e David Luiz; Javi Garcia, Ramires (Maxi Pereira, 45’), Fábio Coentrão (Aimar, 60’) e Di María; Saviola (Felipe Menezes, 87’) e Cardozo.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Na Europa dos Campeões, o F.C Porto voa bem alto...



Trata-se de mais um número que legitima a força do F.C. Porto na principal prova de clubes da Europa: os azuis e brancos garantiram a sexta presença nos oitavos-de-final da competição. Melhor do que isso, para já, só mesmo o Chelsea. Os ingleses asseguraram também na terça-feira o sétimo apuramento para os dezasseis melhores da prova.

F.C. Porto: 12,5 milhões ganhos, só em prémios
Voltando ao F.C. Porto, importa dizer que os dragões só falharam uma presença nos oitavos-de-final desde que o actual modelo da Liga dos Campeões entrou em vigor: foi em 2005/06, sob orientação de Co Adriaanse. O F.C. Porto foi então eliminado na fase de grupos, ficando no último lugar do Grupo H e afastado também da Taça UEFA.

De resto, e nas restantes seis épocas com o novo modelo (estreado em 2003/04), o F.C. Porto chegou sempre aos oitavos-de-final. Os dragões caminham assim segundo dados recolhidos pela Agência Lusa, ao lado de alguns gigantes do futebol mundial, como por exemplo Manchester United, que já alcançou também a sexta presença nos oitavos.

De resto, outros gigantes como o Bayern Munique, o Milan, o Liverpool, o Barcelona e o Inter somam cinco presenças e podem nas duas últimas jornadas da prova igualar o F.C. Porto. Melhor, já se disse, para já só o Chelsea. Mas pode haver mais: Arsenal, Lyon e Real Madrid têm seis presenças e podem somar a sétima ainda esta época.

Portugal é o quinto país com mais presenças à custa de... F.C. Porto
Portugal, por fim, é o quinto país com mais presenças de clubes entre os dezasseis melhores da Liga dos Campeões: nesta altura soma oito apuramentos, seis dos quais são do F.C. Porto, um do Benfica (2005/06) e um do Sporting (2008/09). Inglaterra liddera (24 presenças), seguida de Espanha (19), Itália (17), Alemanha (10) e França (10).

Clubes com mais presenças nos oitavos-de-final da Liga dos Campeões: Chelsea, Ing - 7 (incluindo esta época) Arsenal, Ing - 6 (pode ainda fazer a sétima) Lyon, Fra - 6 (pode ainda fazer a sétima) Real Madrid, Esp - 6 (pode ainda fazer a sétima) FC Porto, Por - 6 (incluindo esta época) Manchester United, Ing - 6 (incluindo esta época) Bayern Munique, Ale - 5 (pode ainda fazer a sexta) AC Milan, Ita - 5 (pode ainda fazer a sexta) Liverpool, Ing - 5 (pode ainda fazer a sexta) FC Barcelona, Esp - 5 (pode ainda fazer a sexta) Inter Milão, Ita - 5 (pode ainda fazer a sexta) Juventus, Ita - 4 (pode ainda fazer a quinta) PSV Eindhoven, Hol - 3 Roma, Ita - 3 Mónaco, Fra - 2 Werder Bremen, Ale - 2 Villarreal, Esp - 2 Celtic, Esc - 2 Benfica, Por - 1 Sporting, Por - 1
Fonte: Maisfutebol.iol.pt

terça-feira, 3 de novembro de 2009

O grupo mereceu, Jesualdo não...


O F.C Porto carimbou, justamente, a passagem aos Oitavos de final da Liga dos Campeões (novamente, diga-se).

A equipa exibiu-se a um bom nível em casa do Apoel, dispondo de ínumeras oportunidades para marcar o golo que tranquilizaria a equipa. O golo, esse, surgiu na sequência de uma triangulação entre Hulk, Farías e Falcao com este último a finalizar, brilhantemente, no seguimento de uma recepção orientada. Grande golo, mais um na conta de "El Tigre" Radamel Falcao.

Apesar da vantagem e do apuramento garantido (já que Atl.Madrid e Chelsea empataram a dois golos), o jogo do F.C Porto foi tudo menos fácil. A equipa Cipriota não atacou muitas vezes, mas de uma forma bastante aguerrida conseguiu complicar a saída de bola do F.C Porto. As transições ofensivas Portistas apesar de tudo existiram, mas em menor número do que aquilo que seria expectável. A culpa é exclusivamente de Jesualdo Ferreira.

Se é verdade que Freddy Guarín fez um excelente jogo (mais um) e que Meireles se exibiu a um bom nível, não é menos verdade que ao intervalo "pairava no ar" a sensação de que com Belluschi o F.C Porto empurraria o adversário para a sua área com maior facilidade. Na realidade, Jesualdo só não ganharia este jogo se não quisesse e, apesar do resultado, a ideia que trespassa é que o "professor" fez tudo para não o ganhar. Se por ventura se aceitaria a inclusão inicial de dois nº8 (Meireles e Guarín), a dado momento esta nuance táctica perde todo o sentido.

O F.C Porto já há muito que se tinha instalado no meio-campo adversário e pedia-se alguém como Belluschi para dar o último passe. Colocar o médio mais criativo da equipa Portista a apenas 30 segundos do fim tem tanto de ridículo como de provocador. Sinceramente os jogadores que jogaram fizeram-no bem, valeu o golo do "insaciável" Radamel Falcao, mas a cobardia de Jesualdo não o merecia. Daí o facto de eu enaltecer o mérito total do grupo e retirar qualquer influência de Jesualdo nesta vitória Portista.

Apesar quatro anos que leva a treinar um clube da grandiosidade do F.C Porto, parece que ainda não deixou de cometer os erros de palmatória apenas aceitáveis a treinadores de clubes que lutam para a manutenção.

Felizmente, mais uma vez o F.C Porto está nos oitavos e resta decidir o primeiro lugar num jogo que o irá opor ao Chelsea. Basta o 1-0 e gerir convenientemente essa vantagem em Madrid. A ver vamos, certo é que esta vitória de hoje funciona essencialmente como um "balão de oxigénio" para um grupo que, tal como no ano passado em Kiev, soube reagir. A "fibra" das equipas vê-se nestes momentos.